Indigo Boy

Monday, February 26, 2007

Um novo dia - As cobras venenosas

É uma espácie de pessoas que teimam em tentar inocular veneno em possíveis vítimas indefesas. Há muita gente deste tipo e que, infelizmente, criam mau ambiente onde quer estejam, se uma pessoa não as idolatra.
Como funcionam estas cobras. Primeiro insinuam-se num ambiente sendo simpáticas e bem dispostas (apenas na aparência). Conseguem ganhar importância e influência à custa de muita manha e persuasão, além de muita lambidela de botas e falsidade. Normalmente têm duas caras, quando estão em presença de pessoas que consideram inferiores e quando estão em presença da mão que as alimenta. Com o passar do tempo começam a identificar as pessoas mais fracas como potenciais vítimas. Começam a tentar hipnotizar a vítima. Se ficar hipnotizada muito bem, um escravo. Se a vítima não fica hipnotizada, tudo mal. Começa a fase de ataque. Começa a fase de lançar pequenas doses de veneno à volta dela, isto passa-se devagar e com muita paciência. Quando o veneno começa a fazer estragos atacm com força e com muito veneno. Este ataque, se não fôr dominado de início, provoca estragos irreparáveis e de grande envergadura e consomem a vítima com rapidez e sem espinhas.
Se este ataque funciona passam a ter uma maior força dentro do grupo/organização onde se encontram pois ajudaram a detectar um elo fraco.

Meus amigos e amigas, combatam este género de pessoas que não interessam a ninguem e que só criam mau ambiente. Mas combatam-nos com amor e amizade, não entrem no jogos das cobras pois elas são especialistas nesse tipo de relacionamento

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Friday, February 23, 2007

Um novo dia

Há uns tempos que não escrevia nada. Tive uma semana muito comprida em termos de trabalho com um horário das 9 às 23 e, como tal, a cabeça não produzia nada de jeito em termos criativos. Vamos ver se melhorou.
Até cheguei a preparar um texto (só na cabeça) sobre o dia dos namorados mas como já passou a febre comercial não vou meter-me nesses caminhos.
Como o assunto onde estou mais à vontade sou eu (apesar de por vezes duvidar disso) vou falar sobre mim.
Aqui há uns tempos, toda e qualquer manifestação de sentimentos ou sensibilidade, da minha parte, era cortada logo à raiz, ou seja, não havia manifestação. Nos últimos tempos tenho conseguido abrir-me mais, com a ajuda de pessoas muito boas e que têm toda a minha gratidão e hão-de ter.
Uma dessas pessoas continua a olhar para mim da mesma maneira que olhava antes e tem dificuldades em perceber que eu mudei muito, apesar de não parecer. O amor dessa pessoa tem feito milagres (apesar de não ser incondicional) e tem-me ajudado muito a ultrapassar obstáculos complicados, segundo os padrões da sociedade em que vivemos. Essa pessoa também está a fazer um esforço enorme para mudar e, em certos aspectos, parece diferente. Continua é a pensar de mais. Isso há-de passar, espero, e, com isto, percebi que já não estou a falar de mim. Estou a falar de outra pessoa.
Voltando ao assunto deste texto, os meus sentimentos. Hoje em dia dou por mim a olhar para outras pessoas com um sentimento que não sei definir e caracterizar. Acho que sei o que é mas não me apetece esclarecer (ainda não abri completamente). Até a minha sensibilidade está diferente.
Mais do que isto não vou dizer por agora, quem sabe um dia destes abro um bocado mais o meu interior.

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Wednesday, February 07, 2007

Um novo dia - Os defensores do "Não"

Hoje até tem sub-título.

Tenho andado a ver os vários blogs sobre o "Não" ao aborto (prometo que amanhã vejo os do "Sim") e cheguei à seguinte conclusão: quando saem do argumento da defesa da vida perdem a razão. Deviam manter-se nessa questão e deixar de divagar. Ao argumento de não quererem que os impostos que pagam sejam aplicados em abortos basta responder se preferem que sejam gastos (em maior quantidade) em reparar os estragos do aborto clandestino (algo que é uma realidade). Este é um exemplo e mais poderão ser dados, é fácil rebater essa argumentação.

A argumentação da vida é impossível de rebater. Mas é aqui que os defensores do "Não" falham a toda a linha pois mostram uma hipocrisia enorme (há excepções, que são aqueles que eu admiro por terem princípios coerentes). Passo a explicar esta afirmação.
- Não querem o aborto livre até às 10 semanas mas concordam que se possa abortar por motivos de má formação do feto e por violação.
- Aceitam despenalizar as mulheres que façam abortos (afinal são a favor ou contra?)
- Não vi ninguem defender os direitos, além do direito à vida, dos fetos. Se defendessem que eles têm, por exemplo, o direito a herdarem antes de nascerem até aceitava a posição. Já imaginaram o que era os fetos abortados terem os mesmos direitos daqueles que acabam por nascer? Havia muita fortuna que teria de ser repartida por muitos.
- São contra o aborto mas (alguns) são a favor da pena de morte.

Estes argumentos mostram toda a hipocrisia da defesa do "Não", com a excepção daqueles, como já disse atrás, que são contra em tudo.
Não esquecendo ainda que não defendem a dignidade do ser humano e muito menos os direitos do Homem e, no caso dos católicos, julgam os outros quando deveriam ser os primeiros a não julgar e a deixar isso para Deus.

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Monday, February 05, 2007

Votação interessante

Está a decorrer a votação para o pior português de sempre. Vão lá botar o vosso voto.

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Friday, February 02, 2007

Notícias

A partir de hoje vou tentar escrever todos os dias um post chamado "Um novo dia".

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Friday, January 12, 2007

Para os leitores deste blog

Apenas para explicar que a publicação de tantos poemas destina-se a formação poética.

Não são aceites reclamações, até porque ninguem deve ler este blog.

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Saturday, October 28, 2006

Falta de inspiração

Devido a um estado mental muito confuso não vou publicar nada.

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Friday, October 20, 2006

Memórias 3 - Início de um livro

Pensativo, a olhar pela janela, relembrava os últimos anos do século, anos de completa insanidade, motivada por superstições que o tempo mostrou serem despropositadas.
Felizmente, tudo tinha acabado, provocando muitas mudanças nas pessoas, mesmo sem elas o admitirem, tinha sido uma época de excessos a todos os níveis, desde o fanatismo religioso ao fanatismo místico.

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